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terça-feira, 24 de julho de 2012

Acadêmicos do Dendê divulga sinopse do seu enredo do Carnaval 2013.

O Acadêmicos do Dendê divulgou nesta segunda-feira a sinopse de 2013. O tema faz referência à feira livre e tem como título é "Pode chegar freguesa! O Dendê mostra a cultura e alegria da feira!".

O enredo de autoria do carnavalesco Carlos Carvalho vai falar da alegria, a diversidade e a cultura das feiras livres.

Confira a sinopse: 

No Carnaval de 2013,o G.R.E.S. ACADÊMICOS DO DENDÊ levará para à avenida: A alegria, a diversidade e a cultura que as feiras nos proporciona, seus contrastes e sua história.

As feiras são fenômenos econômicos e sociais muito antigos e já eram conhecidos dos Gregos, Romanos e Ciganos. Floresceu na Europa comercializando o excedente e gerando lucros para os feudos. Por causa das implicações de ordem pública que as feiras ocasionavam, estabeleceu-se que as regras de sua criação e funcionamento dependiam da intervenção e garantia do estado. O papel das feiras tornou-se verdadeiramente importante a partir da chamada revolução comercial, ou seja, no século XI. Daí em diante houve a expansão e tornou-se fundamental na economia e na vida social urbana.

As feiras existem no Brasil desde o tempo da Colônia, onde havia a necessidade da população em adquirir seus produtos, e a dos produtores de vendê-las. No Rio de Janeiro uma grande variedade de produtos chegava por navios e era comercializado informalmente na praça XV. Somente mais tarde o Marquês de Lavradio oficializou as feiras nas ruas da Cidade. Apesar dos tempos modernos e dos contratempos que elas causam em grandes cidades, elas não desapareceram. Em muitos lugares no interior do país elas são o principal e, as vezes, o único local de comércio da população até os dias de hoje. 

Muitas vezes funcionando como centro de cultura e lazer. Em certas regiões perpetuou hábitos e remanescentes culturais. Na época do Brasil colônia as feiras proliferaram e havia todo o tipo de comércio, até o de escravos. Era um fuzuê que só! Com o tempo o poder público interveio com o objetivo de disciplinar, fiscalizar, e é claro, cobrar impostos..Que até hoje perdura o grito (quem não lembra?)"OLHA O RAPA!!!"

A feira é um lugar cheio de sons, movimentado e colorido, cheio de aromas, cores e sabores. Talvez por isso chame tanto a atenção. O colorido das frutas e legumes nas barracas iluminadas pela luz do sol filtrada através dos toldos coloridos proporcionando um visual incrível. Seus sons dos mais variados com suas paródias e tiradas dão o tom. Feiras que vendem sonhos e repentes.

Os feirantes gritam apregoando a qualidade de seus produtos e garantindo que o seu preço e qualidade são os melhores da feira."PODE CHEGAR FREGUESA NA MINHA MÃO É MAIS BARATO!", "MOÇA BONITA NÃO PAGA." NA MINHA BANCA É DE QUALIDADE!", "TÁ DOCINHO FREGUÊS!" e tantos outros bordões. As pessoas circulam,examinam, pechincham ou simplesmente estão a procura de algo específico. 

Outras já têm suas barracas preferidas, conhecem o feirante de longa data e as vezes parecem mais amigos do que fregueses. Famílias inteiras trabalham na mesma barraca. No meio disso tudo ainda existem os vendedores ambulantes, com tabuleiros montados em cima de caixotes e aproveitam as feiras para vender todo o tipo de mercadoria."UM XOPING A CÈU ABERTO"já diz o vendedor:"TEM TUDO NA MINHA BANCA!" POXEGAR!". Produtos dos mais inusitados possíveis. Tem barraca da erva (TEM MANDINGA SIM SINHÔ!). Meninos se oferecem para carregar as compras pras "MADAMÊS".Em suma:Uma confusão perfeitamente organizada onde tudo parece funcionar na hora e no lugar certo.

Nossas feiras parecem um teatro cheio de personagens, cada um com sua história e suas estórias. Com cheiros e sons que remetem ao nosso passado, nossa infância. O cheiro das flores, do peixe, das frutas, o sabor do pastel e caldo de cana, a cervejinha no fundo da feira na barraca do amigo com tira gosto de tripinha de porco e chouriço! AFINAL NA FEIRA TODO MUNDO È AMIGO E FREGUÊS. Uma terapia para muitos.

Feiras de sabores, saudades da nossa"Terra", Feira que para muitos é um pedacinho do chão de sua terra encruada em pleno São Cristovão. Tem rapadura, carne de sol e dendê. Tem menina da saia curta, forró e maculelê, tem repente e cordel. O DENDÊ também é nordeste, " CABRA MACHO SIM SINHÔ!"

Tem feira de peças de carros, de roupas, Feira??? É só falar que tem.!!!
Hoje nossa escola vai trazer uma feira de alegria e desfilar seus melhores produtos. A Baiana, Bateria, Harmonia, Passistas, Velha Guarda. Na banca da alegria o folião é que contagia. A mulata faceira que beleza. O Samba a ecoar aos gritos do vendedor, opa! .do Puxador!

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